Prisioneira
Sinto-me como um prisioneiro a cumprir a sua pena.
Conto os dias que passam e risco a parede. Cada risco a cada dia. Os dias passam e eu espero.
O meu crime desconheço. Mesmo sem julgamento a sentença é: Culpada. A duração da pena é indefinida.
Divago entre contas e calendários. Penso no dia de amanhã, penso no fim da pena.
E depois, o que será de mim? O recomeço, o regresso á vida provará ser ainda mais penoso e difícil. Conto apenas com os dias, semanas e meses que por mim passam e me acrescentam, que me fazem crescer, envelhecer.
Conto os dias que passam e risco a parede. Cada risco a cada dia. Os dias passam e eu espero.
O meu crime desconheço. Mesmo sem julgamento a sentença é: Culpada. A duração da pena é indefinida.
Divago entre contas e calendários. Penso no dia de amanhã, penso no fim da pena.
E depois, o que será de mim? O recomeço, o regresso á vida provará ser ainda mais penoso e difícil. Conto apenas com os dias, semanas e meses que por mim passam e me acrescentam, que me fazem crescer, envelhecer.

1 Comments:
At sábado, agosto 27, 2005 3:44:00 a.m.,
Nuno said…
Now... that's NOT the spirit....
Então Ni... alegra-te... tens um pet name e tudo... o que queres mais???
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