(In) existências
Adoro a maneira como sonhas um mundo só teu.
Se eu existisse nele, gostaria de ser apenas um desconhecido que nunca tivesses amado.
Se eu existisse nele, gostaria mesmo de nunca ter existido. Assim, a desilusão não seria mais que uma ilusão.
Agora, observo-te de longe na tua abstracção que se finge vida. Vestiste a noite na noite em que parti.
E eu adoro a tua inexistência. Se um dia voltasses a existir, não quereria mais que a tua existência.
Imaginado por A VOZ que nos deixou prematuramente, com as suas palavras penduradas por um fio de coco.
Se eu existisse nele, gostaria de ser apenas um desconhecido que nunca tivesses amado.
Se eu existisse nele, gostaria mesmo de nunca ter existido. Assim, a desilusão não seria mais que uma ilusão.
Agora, observo-te de longe na tua abstracção que se finge vida. Vestiste a noite na noite em que parti.
E eu adoro a tua inexistência. Se um dia voltasses a existir, não quereria mais que a tua existência.
Imaginado por A VOZ que nos deixou prematuramente, com as suas palavras penduradas por um fio de coco.

3 Comments:
At sábado, março 26, 2005 10:22:00 p.m.,
Nuno said…
Por um fio de coco? Por um fio.. de COCO??? WTF??
LOL
Pára de fumar essas coisas mujer!
At domingo, março 27, 2005 11:55:00 a.m.,
Nidawi said…
o fio de coco é forte mas imperceptível á primeira vista. está lá e aguenta apenas uma certa carga, estáticamente falando é claro!hehe
At domingo, março 27, 2005 5:18:00 p.m.,
Nuno said…
Estes arquitectos... please... lol
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